Tudo o que podia ser dito sobre a moralidade da Wikileaks e do seu mentor - Julien Assange - já foi dito. Há quem aplauda, há quem critique, há quem seja indiferente e há quem desconheça o fenómeno.
No meio disto tudo, poucos sabem que as acusações sexuais que recaem sobre Assange são menos gravosas do que se pensam. Parece que tudo gira em torno de preservativos - das duas mulheres que denunciaram Julien Assange por ofensas sexuais, uma fê-lo porque o preservativo usado na relação sexual ocasional que tiveram rompeu (versão dele) ou foi rompido por ele propositadamente (versão dela), tornando a relação sexual desprotegida; a outra acusa-o de ter sexo com ela sem usar o preservativo que exigiu que ele usasse (mas ainda assim consentiu).
- Distinções entre os 2 casos? Na primeira, ele recusou-se a fazer testes de DST, deixando-a com a incerteza de poder ter sido infectada com alguma doença; na segunda, ela queixa-se de que, no meio da one-night-stand, ele mostrava mais preocupação com os seus afazeres profissionais do que em conhecê-la e ouvi-la falar, e - horror dos horrores - não lhe ligou no dia seguinte (merdas de mulheres...).
- Coisas em comum? Três: nenhum dos casos foi violação porque foi sempre acto consensual entre adultos; ambas as mulheres (suecas) seduziram-no e convidaram-no para passar a noite em casa delas (não terá sido pra tomar chá, concerteza); e Julien Assange gosta mesmo de sexo sem preservativo.
Tudo isto dá mais força à tese de que qualquer coisa serve para apanhar este tipo, nem que seja uma lei sueca sobre preservativos, que é basicamente aquilo que tem entretido a Interpol nos últimos tempos. Isto chega ao ridículo de as mulheres até nem queriam denunciar o Assange - só pretendiam que ele fizesse o teste de DST, mas ele não atendia o telefone porque tinha receio de ser apanhado pela Interpol.
Hoje, ao ver as notícias, pensei: o Person of the Year 2010 da Time Magazine tem de ser o Julien Assange. Ponto. Nem de propósito, descobri isto hoje: Who Will be TIME's Person of the Year? Adivinhem quem está em 1º nas apostas.
Esta é a Revolução dos nossos dias, desta geração e destes novos tempos. Bendita Internet, por todo este poder que dás aos cidadãos. Este é o momento para registar na nossa memória, pois não há dúvida alguma de que isto será recordado daqui a muitos anos como uma pequena revolução na geopolítica mundial. Obrigado, Assange, por divulgares as mentiras financiadas pelos impostos de muitos e sacrificadas pelas mortes de outros.
(e agora a sério: usa preservativo pra sexo ocasional, que isso de andar a molhar a bolacha em tudo quanto é sítio pode ser perigoso)
No meio disto tudo, poucos sabem que as acusações sexuais que recaem sobre Assange são menos gravosas do que se pensam. Parece que tudo gira em torno de preservativos - das duas mulheres que denunciaram Julien Assange por ofensas sexuais, uma fê-lo porque o preservativo usado na relação sexual ocasional que tiveram rompeu (versão dele) ou foi rompido por ele propositadamente (versão dela), tornando a relação sexual desprotegida; a outra acusa-o de ter sexo com ela sem usar o preservativo que exigiu que ele usasse (mas ainda assim consentiu).
- Distinções entre os 2 casos? Na primeira, ele recusou-se a fazer testes de DST, deixando-a com a incerteza de poder ter sido infectada com alguma doença; na segunda, ela queixa-se de que, no meio da one-night-stand, ele mostrava mais preocupação com os seus afazeres profissionais do que em conhecê-la e ouvi-la falar, e - horror dos horrores - não lhe ligou no dia seguinte (merdas de mulheres...).
- Coisas em comum? Três: nenhum dos casos foi violação porque foi sempre acto consensual entre adultos; ambas as mulheres (suecas) seduziram-no e convidaram-no para passar a noite em casa delas (não terá sido pra tomar chá, concerteza); e Julien Assange gosta mesmo de sexo sem preservativo.
Tudo isto dá mais força à tese de que qualquer coisa serve para apanhar este tipo, nem que seja uma lei sueca sobre preservativos, que é basicamente aquilo que tem entretido a Interpol nos últimos tempos. Isto chega ao ridículo de as mulheres até nem queriam denunciar o Assange - só pretendiam que ele fizesse o teste de DST, mas ele não atendia o telefone porque tinha receio de ser apanhado pela Interpol.
Hoje, ao ver as notícias, pensei: o Person of the Year 2010 da Time Magazine tem de ser o Julien Assange. Ponto. Nem de propósito, descobri isto hoje: Who Will be TIME's Person of the Year? Adivinhem quem está em 1º nas apostas.
Esta é a Revolução dos nossos dias, desta geração e destes novos tempos. Bendita Internet, por todo este poder que dás aos cidadãos. Este é o momento para registar na nossa memória, pois não há dúvida alguma de que isto será recordado daqui a muitos anos como uma pequena revolução na geopolítica mundial. Obrigado, Assange, por divulgares as mentiras financiadas pelos impostos de muitos e sacrificadas pelas mortes de outros.
(e agora a sério: usa preservativo pra sexo ocasional, que isso de andar a molhar a bolacha em tudo quanto é sítio pode ser perigoso)
Tirando o facto de divulgar estratégias, posições militares e nomes de militares que estão na frente de combate penso que, em certa medida, é do interesse da comunidade internacional saber o passado obscuro de Dilma, a corrupção no negócio da compra da barragem de Cahora Bassa, os voos ilegais da CIA e outros factos já revelados... Mas, aquilo das fofoquices diplomáticas acho que não tem jeito nenhum! Dá um ar de jornal tipo "The Sun"; o que pode beliscar a credibilidade e a seriedade dos intuitos que estão por detrás da organização Wikileaks.
ResponderEliminarP.S: molhar a "bolacha"? Lol, não quererias dizer molhar o "pincel"?
ResponderEliminarmerdas de mulheres?
ResponderEliminarUm artigo tão bom estragado por um comentário tãooo desnecessário!
Caro anónimo, não se aflija... Por vezes o Luís(ou "lo" como é conhecido neste "mundo") faz uns posts mais irritadiços ou uns comentários mais boçais(como aqui aponta), mas não deixa de ser, no fundo, aquilo que nos encanta - pelo menos, a mim como leitor - na sua inconfundível maneira de escrever. Compreendo que o leitor mais desprevenido e ocasional estranhe, mas acaba também por ser reflexo de uma certa liberdade que se tem ao se escrever num tão modesto blog. :)
ResponderEliminar