sexta-feira, 30 de abril de 2010

Hoje, ao ouvir o PM na AR lembrei-me disto:



*A propósito da inflexibilidadedo Governo, pela voz do PM, na alteração ou reavaliação da política dos grandes investimentos para Portugal, não obstante da existência de um défice excessivo do Estado e dos juros da dívida soberana estarem a subir a uma velocidade galopante devido às constantes revisões em baixa das agências de rating, acerca da capacidade financeira do Estado cumprir com as suas obrigações.
*(2) Somando a isto, a esquerda em vez de atacar esta política kamikaze preocupa-se ainda em atacar os salários dos grandes gestores. Apesar de concordar com a injustiça latente na repartição do esforço para acudir a esta crise, entre uns "gestores doirados" e o resto da população, não residirá aí, com certeza, a solução para os graves problemas que assolam o país.

Sondagem DE/TSF - Marktest

PSD 39,8
PS 34
BE 8,3
CDU 7,2
CDS 4,5
"A sondagem tem um lado conjuntural que prova que sempre que um líder é consagrado em congresso há um estado de graça. Por outro lado, prova que o PSD tem uma grande capacidade de crescer à sua direita à custa do CDS e o PS uma enorme incapacidade de crescer à sua esquerda", diz o sociólogo Pedro Adão e Silva. , in Diário Económico

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ai... A inesquecível Filomena...

Já acalmaram a passarinha?

Neste país, e neste blog em particular, parece que se precisa de ver e ouvir notícias externas sobre a situação económica de Portugal para os pseudo-liberais saírem do armário e reivindicarem o óbvio, o copiado, a lenga-lenga do costume sobre e para os mercados financeiros. De opiniões copiadas, já estou eu farto de ler e ouvir. O prémio "state the obvious" ("dizer o óbvio") para o dia de hoje poderia ir para muita gente. São muitos os nomeados.

Parece que as pessoas reivindicam um prémio qualquer, não necessariamente patrimonial, de cada vez que as suas profecias apocalípticas sobre as finanças públicas se materializam. São pessoas que vivem numa constante indefinição angustiante: por um lado, querem ver as suas profecias validadas e confirmadas pelo tempo; por outro lado, não querem sofrer na pele os efeitos negativos que as suas previsões descabidas querem fazer crer.

Já toda a gente sabe que as finanças portuguesas estão degradadas; já toda a gente sabe que o Estado gere mal o dinheiro; já toda a gente sabe que há muita corrupção e desvios de dinheiros públicos e privados; mas também já toda a gente sabe que estamos em transição de modelo de especialização económica; que estamos em plena crise global. E não faria mal toda a gente ter noção de que ter casas grandes, carros ostentosos e estilos de vida luxuosos e acima da média (consigo lembrar-me de, pelo menos, uma pessoa com telhados de vidro que escusa de ser nomeada e que pode enfiar a carapuça) são muito mais prejudiciais para a dívida externa portuguesa do que aceitar que o Estado apoie os desempregados que não conseguem arranjar trabalho porque ... ele simplesmente não existe neste momento. E lá vai o patriotismo enfiado na gaveta.

A responsabilidade orçamental é como a palermice da profecia liberal: não basta clamar por ela e implementá-la nos moldes em que mais gostamos que vai fazer com que o simples estalar de dedos coloque as coisas em planos ideais. É preciso muito mais do que isso.

Já o disse
e volto a dizer o mesmo: "os problemas de Portugal em competitividade, défice público e necessidade de financiamento externo de que [se] tanto fala resultam maioritariamente de um único factor: da paridade forte do Euro, que só beneficia os países grandes."

Quem defende o Euro, quem acha que temos de nos submeter ao BCE, quem pensa que temos de nos ajoelhar perante as agências de rating e os especuladores, quem julga que a Alemanha é que tem razão - em suma, quem sempre defendeu esta arquitectura monetária e quer mantê-la a todo o custo é que tem o ónus de mostrar a forma de ela funcionar correctamente.
Não é possível coexistir num mesmo espaço monetário realidades tão distintas, mercados tão assimétricos, taxas de desemprego e mobilidades laborais tão afastadas e especializações produtivas tão desconectadas.

Metam isto na cabeça antes de acharem que há uma razão divina para que nós não saibamos gerir o nosso dinheiro tão bem como os outros europeus.


P.S.: Olha, parece que afinal era tudo mesmo especulativo. Tudo não passou de um susto e parece que já voltou mais ao normal.

P.S.2: Olha, parece que há uma contra-maçonaria internacionalista a funcionar em pleno. Vamos ter de ser o repositório nuclear da Europa para nos safarmos das dívidas...

quarta-feira, 28 de abril de 2010

We're not under attack! We are in denial!!!

Lembram-se que, há umas semanas, no auge da crise grega, o povo grego se manifestava nas ruas, atacava os países estrangeiros e afirmava que a sua situação era perfeitamente sustentável, sendo tudo culpa dos especuladores? Nessa altura, nós aqui em Portugal, avaliando a situação grega, bem sabíamos que os gregos não estavam nada isentos de responsabilidades. Nomeadamente, o Luís Oliveira, comparando-nos com a Grécia, apontou a falsidade constante das estatísticas gregas como causa da crise, ao que se soma o descontrolo orçamental e a estagnação da economia.
Acho que neste momento Portugal está a ter a mesma reacção estúpida dos gregos. Temos de ser grandinhos e assumir os nossos problemas. Sabem o que se diz quanto às tóxico-dependências: o primeiro passo para a cura é a consciência de que se está doente. Ora, o primeiro passo para a cura da nossa "dívida-dependência" é a consciência de que esse problema existe, sem nos desculparmos constantemente com os especuladores.
Tal como ninguém acredita na cura de um tóxico-dependente que diz estar saudável, também nenhum credor (ou potencial credor) vai acreditar na nossa capacidade de pagar dívidas enquanto acharmos perfeitamente natural a nossa situação de incapacidade de redução do défice e de recuperação da economia.
Até hoje Portugal gozou de um notável desenvolvimento através da sua integração no capitalismo global, que nos permitiu, entre outras coisas, gozar de grandes doses de financiamento externo. Mas usufruir do capitalismo para o que é bom implica conhecer o capitalismo para evitar o seu lado mau. O capitalismo funciona na base da confiança, a confiança de que os investimentos têm retorno, de que os devedores cumprem as suas obrigações, de que a lei protege os credores, etc... Quando esta confiança se deteriora, o capitalismo vira-se contra nós.
Infelizmente, estamos a seguir um caminho que só deteriora a confiança dos investidores em Portugal.

We're under atack!

Portugal também já arde, diz Financial Times alemão, via Jornal I

Juros da dívida portuguesa já superam os dos gregos quando pediram ajuda, in Público 

Standard & Poors baixa rating de Portugal, in Público

 Bolsa afunda quase 6%, in Expresso

 

domingo, 25 de abril de 2010

Coisas da Revolução...

sábado, 24 de abril de 2010

O King vai nu

Fui questionado por um amigo se me estava a converter ao PSD. Os comentários do post anterior também o fizeram. Permitam-me responder num pequeno texto. Sobre isto, 3 pontos breves.

1 - Não costumo concordar com observações baseadas em realidades uni- ou, no máximo, bi-dimensionais do espectro político, como se a única categorização que se pudesse fazer de alguém tivesse de vir obrigatoriamente da distribuição dos Partidos na AR, da ponta "esquerda" à ponta "direita". A realidade é bastante mais complexa do que isso e urge compreender a visão multifacetada que as ideologias devem tomar.

2 - Nunca fui comunista (lamento se enganei alguém) nem nunca virei para aquilo que se costuma convencionar como "a Direita" (lamento se desapontei alguém).

3 - A razão pela qual eu tendo a odiar tanto o Bloco de Esquerda é a mesma pela qual eu odeio a juventude urbana burguesa e revolucionária de hoje em dia (que basicamente é o mesmo que o BE). É que, para eu simpatizar com um partido, preciso de respeitá-lo; e para respeitar um partido, eu preciso de ver nele alguns princípios.
Eu simpatizo com o PCP e com o CDS porque ambos têm princípios. O PSD também os tem, mas é demasiado plural para ser apenas um partido generalista. O BE não os tem, e o PS para lá caminha. Mas de que princípios falo eu? De que precisa o BE para ter o meu respeito?

Sem dúvida que precisa de muita coisa, mas não era má ideia começar por saber o que defendem. O eleitorado-tipo do BE é aquele que não precisa de pensar nem de ponderar as coisas; tudo lhes cai em cima da cabeça de forma puramente gratuita, de tal modo que podem aceitar acriticamente tudo o que a vanguarda progressista lhes disser que é bom. É esta tendência de passividade confortável que permite aos eleitores do BE se transformarem em esponjas da Bíblia bloquista, sob o guarda-chuva das palavras de ordem da "liberdade" e da "democracia", e replicando gratuitamente aquilo que carece de meditação.

O ridículo vê-se em certos exemplos. Defendem-se subsídios para as artes, casas para imigrantes e tertúlias sobre integração étnica multicultural em discussões que estão ao nível de um jogo de futebol da III Divisão e como se houvesse dinheiro de sobra para satisfazer todos os desejos e caprichos das gentes politicamente correctas que vêem em cada discriminação uma luta pela revolução. Talvez seja isto mesmo: o BE será aquele típico partido composto por gente que viu a Revolução dos Cravos há demasiado tempo e que precisa de coisas novas por que lutar. Depois das lutas pelo voto, pela expressão, pelas férias e pelo descanso, à sociedade ocidental restaram apenas as lutas contínuas: a da exploração capitalista, a das desigualdades sociais e as das corrupções políticas. Mas essas lutas são chatas porque são ingratas: implicam tempo, paciência e perservança, algo que os meninos do BE não estão dispostos a fazer porque suja as mãos e cansa a vista. Preferem antes as lutas do circo mediático, as das questões fracturantes e aquelas que "rompem por romper". É a sociedade do espectáculo convertida à escala política: a busca pelo imediatismo e pela fama em nome e por intermédio de instrumentos sociais.

As celebrações do 25 de Abril são disso um perfeito exemplo. Observem amanhã as manifestações, paradas e declarações públicas e notarão o padrão. O que certa gente do BE não compreende nestas celebrações é que a liberdade, enquanto conceito, é diferente dos valores da liberdade. Eu defendo a liberdade quando actuo na estrutura e luto para que consagrem plenitudes de direitos onde eles se ajustam e justificam - é uma luta contínua de sangue e suor em nome de princípios reais - é uma conquista e tem mérito por isso mesmo; já o BE luta por fetichismos de ocasião, caprichos marginais e coisas menores, próprias da juventude urbana burguesa, e em nome do "valor liberdade", essa coisa amorfa, esse saco do Pingo Doce onde cabe tudo, desde um detergente até aos cereais Chocapic.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O Gipsy é King

Famalicão foi notícia porque cometeu o gravíssimo(!) pecado de respeitar uma lei nacional de 1976 que lhe confere o privilégio de impôr uma pequena condição àqueles que se candidatam à aquisição de moradias construídas abaixo do preço de mercado para munícipes com baixas posses.

Quanto à eventual inconstitucionalidade da norma jurídica em questão, pouco sei e não me aventuro nessas dimensões pois não tenho formação jurídica de base que me permita ajuízar adequadamente. Mas do meu bom senso tenho perfeita noção de duas coisas relativamente a discriminações: (1) que elas nem sempre são más, uma vez que distinguem o que é distinto; (2) que, se elas existem, por alguma razão assim o é.

Mas não precisei de ler mais do que o título da notícia para descobrir que aqueles que estão por detrás disto são os menininhos do Bloco de Esquerda, sempre prontos a arranjar qualquer trampolim social de instrumentalização de "coitadinhos" para daí colher benefícios próprios.

O ponto é este: o Bloco tresanda. A mim já me mete nojo tanto terrorismo político proveniente de um mesmo sítio. A ideia demagógica de ir procurar incorrecções em nome da Salvação Justiceira dos Oprimidos já seria per se nojenta, mas desta feita sai acrescida com nota de culpa própria. Sim, os telhados do Bloco são de vidro: parece que a Câmara de Salvaterra de Magos (sim, aquela que é a única do BE) também tinha um regulamento que proibía imigrantes de aceder a casas vendidas a baixo preço pela autarquia, mas o Reverendo Louçã já veio afirmar que essa disposição já existia antes do mandato e que foi removida na passada quarta-feira - curiosamente, o mesmo dia em que acusaram a autarquia de Famalicão pelo mesmo crime. Não haja dúvida, a sincronia temporal deles é bela.

Mas se é para escândalos, eu também posso mandar umas coisas para um jornal. Cá vai. O terreno em frente à estação da CP de Famalicão é o cartão de visita por excelência da cidade para quem vem de fora. Ao sair do comboio, o transeunte depara-se há mais de 20 anos com um espectáculo de podridão e de sujeira num terreno apropriado por uso capeão por um grande conjunto de famílias de etnia cigana que nunca foram despojadas do sítio que ilegalmente ocupam porque... isso poderia causar instabilidade social. Entretanto, a Câmara teve de gastar 5,7 Milhões de Euros em construção de novas moradias (as famosas bétulas) para os alojar, ali ao lado e com a particularidade de essas casas terem sido concebidas com um estilo arquitectónico especial, tendo em conta as necessidades e hábitos das gentes da citada etnia. Consta também que os ciganos pediram indemnização choruda por estarem a ser relocalizados.

Os ciganos não são imigrantes, mas são uma minoria. E para o BE, todas as minorias contam. Foi assim que obtiveram os 8% de votos: são as mesmas minorias que não votam nem querem saber do BE mas que são acerrimamente defendidos por ele.

Calhava bem dizer-lhes que o âmbito de uma Câmara Municipal é local e cabe a essa mesma autarquia fazer a política social da sua zona. Providenciar casas sem o requisito da cidadania ou nacionalidade é ridículo o suficiente para fazer com que eventualmente os beneficiários de um programa nem sequer tenham participado eleitoralmente na votação para o órgão municipal aquando das eleições e por isso não seja, reflexivamente, representado por ele.

A mim custa-me perceber como pode ser o BE um partido legal. Actualmente, embora discorde da disposição, todos os partidos têm de ser nacionais para cumprirem legalidade. Não percebo como pode o BE ser considerado um Partido Português quando defende mais os imigrantes do que os próprios nacionais, e defende mais os dependentes, os coitadinhos e os subsidiados do que quem contribui para o sustento da sociedade.

Já deu para ver que também o PS já foi na cantiga e que se prepara para mudar a dita norma. Fartei-me disto tudo. Que venha alguém do PSD para meter algum juízo na cabeça das pessoas. Que se foda. Desta vez tou com eles.

domingo, 18 de abril de 2010

O Polvo

Tem-me faltado tempo e inspiração para escrever aqui. Enquanto não publico novo texto, fiquem com esta sugestão.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Momento lúdico (3)



                                                                              Retirado daqui.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Momento lúdico (2)

                                                                                                             Retirado daqui.

A propósito...

"A população de Valença do Minho começou, hoje, a colocar bandeiras espanholas na cidade. Um pouco ao jeito da campanha de Scolari, no Euro 2004, se bem que agora, em cada janela, a bandeira das quinas tenha sido substituída pela castelhana.

Este gesto simbólico e, de certo modo, anti-nacional (e de reconhecimento pelo franquear dos serviços de saúde de Tui aos portugueses de Valença) tem um significado: a inexistência de uma verdadeira política de desenvolvimento regional sustentado, conduz, inevitavelmente, à perda de sentido de identidade nacional. O centralismo acéfalo (neste caso – bem ou mal! – identificado pelas populações como um poder político e um Estado surdos às suas pretensões e aos seus interesses), acaba por tornar numa mera ficção qualquer ideia de identidade e de coesão nacionais.

Por alguma razão é que notamos mais vivas e entusiásticas as celebrações das festas e efemérides nacionais, nos países cujas respectivas organizações administrativas estão, efectivamente, descentralizadas. Quanto mais regionalizado é um Estado, mais sentido de pertença (coesão) nacional existe!

Em Portugal, não falta muito para que algumas zonas do país passem, definitivamente, a fronteira… Basta ver, às segundas feiras de manhã, os fluxos de trânsito no sentido Porto – Vigo (Galiza), na A 28…. uma das SCUT’s que, em breve, será portajada.
", in Blasfémias

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Bom exemplo

"Rangel encabeça lista de Passos Coelho", in SOL   



Um bom exemplo que deve ser sublinhado. Ambos cumpriram o prometido: Pedro Passos Coelho convidou Rangel para o Conselho Nacional e este aceitou colaborar tal como antes dissera. Isto dignifica os dois, mas também o próprio partido, para além de contribuir para a restauração da credibilidade e da confiança dos portugueses no Partido Social Democrata.
A confiança numa prometida unidade dentro do partido ajudará, creio, a acalentar a esperança no PSD como uma alternativa melhor e mais capaz para enfrentar os desafios que se nos deparam... 
Esperemos que assim seja!

terça-feira, 6 de abril de 2010

Mais notícias da Gallaecia (4)

Façam como eu: vão acompanhando o trabalho da Comissão de Trabalho da Eurorrexión Galiza-Norte de Portugal e do Eixo Atlântico ao longo de alguns meses e ficarão rendidos às evidências.

Mais notícias da Gallaecia (3)

Galiza é o principal parceiro económico de Portugal Norte

Não é surpresa nenhuma. Só valida o que já muitos observam há muito.

De que estamos à espera para a consolidação da autonomia?

Mais notícias da Gallaecia (2)

"Um minhoto de Valença que precise de cuidados urgentes de saúde chega a Tui em cinco minutos e a Monção em 15 a 20. Em Monção paga oito euros e 70 cêntimos de taxa moderadora. Em Tui não paga nada.
(...)
E passando-se as coisas desta maneira, enquanto em Portugal se encerram cada vez mais estabelecimentos públicos de Saúde, na Galiza vai começar este ano a construção de um novo centro de saúde no Município de Tui. A obra tem em conta não apenas o crescimento da população galega mas também o crescente recurso de portugueses do Minho aos serviços de saúde sempre disponíveis e tendencialmente gratuitos da vizinha Galiza. E é assim que depois das centenas de portugueses do Alto Alentejo que passaram a nascer em Badajoz, centenas de minhotos vão passar a usar os serviços de saúde de Tui."

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Mais notícias da Gallaecia

Bandeira espanhola vai ser hasteada nas casas de Valença
Nada diferente do que eu disse no outro dia, portanto. O sentimento está lá e só é novo para quem não o conhece. O Ministério ainda vai arranjar forma de "subcontratar" os serviços médicos de Tuy para os Valencianos, tal como fez com a maternidade de Badajoz há uns tempos. Vai uma aposta?

(podiam era ter posto a bandeira da Galiza, mas é simbólico à mesma)

Dois anos atrasado, mas tudo bem


Entretanto, o senhor Governador já vai a caminho do BCE para fazer ... supervisão bancária.
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