A semana ficou marcada pela confusão financeira da Madeira. Ao que parece, o Governo de João Jardim escondeu a real dimensão da dívida, que se foi acumulando nos últimos 30 anos. Novidade? Não. As últimas três décadas ficaram marcadas por uma política autocrata do próprio Alberto João Jardim. Tal e qual um principado, a ilha da Madeira conquistou o título de Pérola do Atlântico. Mas esta pérola é afinal uma bijutaria, com uma casquinha de oiro.
Para além da responsabilidade de reporte que existia, e existe, das autoridades insulares, existia também o dever por parte das autoridades competentes, como o Banco de Portugal, o Tribunal de Contas, a Autoridade da Concorrência e outras entidades de supervisão, de inspeccionar as finanças regionais. Mas tudo isso falhou. E tal e qual o caso BPN, também aqui a cegueira se tornou pandémica. Perante isto, a responsabilidade tem que ser imputada a todos os intervenientes desta pândega económica.
O assunto não caiu bem no seio do PSD nacional, nem poderia ser de outra maneira. A bomba foi colocada nos pés do próprio Primeiro-Ministro e prontinha a rebentar. O ditado já é antigo: com amigos assim, não é necessário ter inimigos. E Pedro Passos Coelho já percebeu que João Jardim é uma pedra no sapato, no seu próprio sapato.
A entrevista do Primeiro-Ministro à RTP, que aconteceu na última terça-feira, foi cristalina. E perante este e outros assuntos, Pedro Passos Coelho demonstrou uma clareza e serenidade de ideias e convicções. Chegou ao ponto de parecer estranho ver um Primeiro-Ministro falar a realidade ao país, com verdade e sinceridade. Já não estávamos habituados a tal cenário. Mas Passos Coelho clarificou as mentes mais incautas ao demonstrar que conhece a realidade do país e sabe para onde deve levar o país. Isso é maravilhoso nos tempos de correm. Anarquia jamais.
Por último, não posso deixar de enunciar as palavras do Professor Medina Carreira, um dos poucos homens sábios que existem em Portugal, numa tertúlia que decorreu esta semana no Casino da Figueira da Foz. E assim sendo diz o Professor: “Estamos com as baterias contra o dr. João Jardim (...), mas temos muita gente que à frente dele devia sentar-se no banco dos réus. As pessoas que puseram este País no estado em que está deveriam ser julgadas”. E acrescenta:"Era seleccioná-los, porque houve uma data de mentirosos a governar". Veritas est.
(esta é crónica que escrevo semanalmente para o Jornal Povo de Fafe)
Tragédia dos Comuns
Em termos sintéticos, consiste na contribuição de uns fanfarrões que em tudo divergem uns dos outros nas mais variadíssimas matérias. O objectivo seria realizar um consenso e assim talvez aproximarmo-nos da Verdade, mas desde já assumimos com alguma descrença e sem pejo algum, que algum dia se logrará!
Quinta-feira, 22 de Setembro de 2011
Terça-feira, 30 de Agosto de 2011
Diga lá outra vez...!!!?
Publicada por
José Nuno R. Santos
"Quero dizer que a luta continua, e que se a Madeira tem hoje a dívida pública como tem, foi para resistir á esquerda e derrotar sempre a esquerda."(...)"Foi para poder resistir aos roubos que o PS fez á população da madeira".
Alberto João Jardim
Qualquer pessoa que já tenha visitado a ilha da Madeira, ou até mesmo a ilha do Porto Santo, facilmente concordará que o Sr. Jardim (honra lhe seja feita) lá deixou obra. De facto, podemos notar, sobretudo na ilha da Madeira, que não existe por lá localidade por muito remota que seja que não esteja ligada por uma "colossal" via de acesso. Nem que para isso se tenha de atravessar por meio de túnel a mais densa das montanhas, para dar lugar á mais recta via de acesso.
A Madeira, não se pode queixar (e não se queixa) de falta de infra-estruturas públicas. Como o próprio Jardim fez questão de lembrar, (quando Sócrates anunciava aos quatro cantos do mundo o seu keynesiano para acompanhar as tendências de 2008) Keynesiano, ele fôra-o sempre.
Se o "bom político" é aquele que deixa "obra" feita, e se "obra" é só a construção em betão armado, então Jardim, é o melhor político português. Mas é minha convicção de que "obra", no sentido político do termo, tem um significado bem mais lato do que este. E, neste sentido, a "obra" de Jardim faz-se acompanhar de uma herança pesadíssima, onde também se lhe inclui uma factura com números bem grandes e um escusado deficit democrático.
O PSD da republica (como jardim faz questão de distinguir) tem uma certa dificuldade em lidar com o assunto "Jardim". É que se por um lado se faz uma campanha legislativa a crucificar o despesismo socialista no continente, em outra ocasião (nas regionais), não podemos elogiar o despesismo regional da Madeira. Para a Madeira e para o Dr. Jardim, o PSD sempre teve dois pesos e duas medidas a que nunca teve direito o resto do país. Na retórica social-democrata, a imaculada "obra" é justificação para todos os males. Ao pé de tamanha grandeza esses males não passariam de "peanuts".
Carlos Abreu Amorim foi o último, da bancada social democrata, a defender Jardim dizendo que é a "personalidade mais injustiçada na vida política portuguesa". Talvez se tenha esquecido, que aqui, os verdadeiros injustiçados são as gerações de portugueses do continente e regiões que vão ter de acudir á factura da obsessão jardinista pela "obra" feita, cujo valor não considero propriamente irrelevante. Ou talvez para Amorim, também seja insignificante que, por exemplo, a ilha do Porto Santo só tenha começado a sentir o "cunho reformista" do Governo Regional apartir do momento em que a autarquia virou laranja?
Que Jardim diga coisas semelhantes ao supracitado já não me choca, porque, de certa forma, já vamos estando habituados. Mas quando os intelectuais e independentes do PSD publicitam o Jardinismo como modelo, já me faz pensar que, cada vez mais, na política vale tudo...
Relativamente a citação de Jardim, nem sei bem por onde começar, por isso termino aqui.
Alberto João Jardim
Qualquer pessoa que já tenha visitado a ilha da Madeira, ou até mesmo a ilha do Porto Santo, facilmente concordará que o Sr. Jardim (honra lhe seja feita) lá deixou obra. De facto, podemos notar, sobretudo na ilha da Madeira, que não existe por lá localidade por muito remota que seja que não esteja ligada por uma "colossal" via de acesso. Nem que para isso se tenha de atravessar por meio de túnel a mais densa das montanhas, para dar lugar á mais recta via de acesso.
A Madeira, não se pode queixar (e não se queixa) de falta de infra-estruturas públicas. Como o próprio Jardim fez questão de lembrar, (quando Sócrates anunciava aos quatro cantos do mundo o seu keynesiano para acompanhar as tendências de 2008) Keynesiano, ele fôra-o sempre.
Se o "bom político" é aquele que deixa "obra" feita, e se "obra" é só a construção em betão armado, então Jardim, é o melhor político português. Mas é minha convicção de que "obra", no sentido político do termo, tem um significado bem mais lato do que este. E, neste sentido, a "obra" de Jardim faz-se acompanhar de uma herança pesadíssima, onde também se lhe inclui uma factura com números bem grandes e um escusado deficit democrático.
O PSD da republica (como jardim faz questão de distinguir) tem uma certa dificuldade em lidar com o assunto "Jardim". É que se por um lado se faz uma campanha legislativa a crucificar o despesismo socialista no continente, em outra ocasião (nas regionais), não podemos elogiar o despesismo regional da Madeira. Para a Madeira e para o Dr. Jardim, o PSD sempre teve dois pesos e duas medidas a que nunca teve direito o resto do país. Na retórica social-democrata, a imaculada "obra" é justificação para todos os males. Ao pé de tamanha grandeza esses males não passariam de "peanuts".
Carlos Abreu Amorim foi o último, da bancada social democrata, a defender Jardim dizendo que é a "personalidade mais injustiçada na vida política portuguesa". Talvez se tenha esquecido, que aqui, os verdadeiros injustiçados são as gerações de portugueses do continente e regiões que vão ter de acudir á factura da obsessão jardinista pela "obra" feita, cujo valor não considero propriamente irrelevante. Ou talvez para Amorim, também seja insignificante que, por exemplo, a ilha do Porto Santo só tenha começado a sentir o "cunho reformista" do Governo Regional apartir do momento em que a autarquia virou laranja?
Que Jardim diga coisas semelhantes ao supracitado já não me choca, porque, de certa forma, já vamos estando habituados. Mas quando os intelectuais e independentes do PSD publicitam o Jardinismo como modelo, já me faz pensar que, cada vez mais, na política vale tudo...
Relativamente a citação de Jardim, nem sei bem por onde começar, por isso termino aqui.
Quarta-feira, 20 de Abril de 2011
Aprender com a Alemanha
Publicada por
lo
Devíamos aprender com a Alemanha: não pagar metade da dívida pública e pagar a outra metade ao longo de 40 anos, condicional a cenários políticos, e com taxas de juro baixas, serviço de dívida indexado ao desempenho das exportações e direito a 5 anos de período de carência.
Se um país que causa 2 guerras mundiais em 3 décadas, invade meia Europa e mata milhões de pessoas consegue um acordo destes, então nós devíamos estar perdooados e com direito a flores.
Se um país que causa 2 guerras mundiais em 3 décadas, invade meia Europa e mata milhões de pessoas consegue um acordo destes, então nós devíamos estar perdooados e com direito a flores.
Terça-feira, 19 de Abril de 2011
A solução? Não pagamos!
Publicada por
lo
Vamos lá a ver se percebemos como isto é simples.
1. Quem pede um juro de 10% por títulos soberanos do Estado Português (seja a que maturidade for) está a enviar 2 sinais ao mercado: o primeiro é o de que vislumbra risco significativo na entidade emitente; o segundo (como corolário do primeiro) é o de que só está disposto a assumir esse risco se daí obtiver um rendimento de 10% acima do montante nominal que empresta.
2. Fazendo jus na relação directa rendimento-risco (ensinamento tido como intocável na ciência económica), quem assume riscos tem de estar disposto a perder. Só aposta em riscos elevados quem espera obter grandes rentabilidades, e quem não se quer aventurar mete o dinheiro em certificados de aforro. Daqui, quem adquire títulos da dívida portuguesa e pede juros de 10%, está a incorporar o cenário possível de incumprimento parcial (por isso é que pede juro tão alto). Se mesmo assim entrou com o dinheiro e assumiu o risco, a responsabilidade pela assunção do risco é unicamente desse sujeito.
3. Em condições normais, o sector público está em patamares seguros e estáveis o suficiente para diluir os custos da dívida nos próximos anos em cenários de não-austeridade. Mas se há congeminações políticas, promiscuidades económicas e interesses partidários que beneficiam da espiral bola-de-neve e das profecias auto-anunciadas, actores internacionais que fazem de tudo para nos terem na mão e fazerem de nós o que bem lhes apetece, e indivíduos suspeitos que profeciam a vinda dos International Mother Fuckers porque com ela lucram, então o próprio povo tem de traçar os seus limites daquilo a que está disposto a sacrificar pelos outros. E o povo não tem de pagar pelas merdas que os outros fazem, especialmente quando isso causa aumento artificial dos juros para beneficiar as elites.
1. Quem pede um juro de 10% por títulos soberanos do Estado Português (seja a que maturidade for) está a enviar 2 sinais ao mercado: o primeiro é o de que vislumbra risco significativo na entidade emitente; o segundo (como corolário do primeiro) é o de que só está disposto a assumir esse risco se daí obtiver um rendimento de 10% acima do montante nominal que empresta.
2. Fazendo jus na relação directa rendimento-risco (ensinamento tido como intocável na ciência económica), quem assume riscos tem de estar disposto a perder. Só aposta em riscos elevados quem espera obter grandes rentabilidades, e quem não se quer aventurar mete o dinheiro em certificados de aforro. Daqui, quem adquire títulos da dívida portuguesa e pede juros de 10%, está a incorporar o cenário possível de incumprimento parcial (por isso é que pede juro tão alto). Se mesmo assim entrou com o dinheiro e assumiu o risco, a responsabilidade pela assunção do risco é unicamente desse sujeito.
3. Em condições normais, o sector público está em patamares seguros e estáveis o suficiente para diluir os custos da dívida nos próximos anos em cenários de não-austeridade. Mas se há congeminações políticas, promiscuidades económicas e interesses partidários que beneficiam da espiral bola-de-neve e das profecias auto-anunciadas, actores internacionais que fazem de tudo para nos terem na mão e fazerem de nós o que bem lhes apetece, e indivíduos suspeitos que profeciam a vinda dos International Mother Fuckers porque com ela lucram, então o próprio povo tem de traçar os seus limites daquilo a que está disposto a sacrificar pelos outros. E o povo não tem de pagar pelas merdas que os outros fazem, especialmente quando isso causa aumento artificial dos juros para beneficiar as elites.
Quarta-feira, 30 de Março de 2011
Que vergonha!!
Publicada por
Francisco Costa
Renato Sampaio é um deputado do PS. E é um deputado que nem em português correcto sabe escrever. É de uma execrável vergonha que um dos representantes da nação incorra com uma frequência e consistência atroz em erros que são de levar qualquer um às lágrimas, sem falar nas suas deambulações que chegam a roçar o infantil. É ver as suas notas no Facebook. Deixo alguns excertos:
"Esta crise era evitável, desnecessária e inoportuna que colocam Portugal numa situação mais difícil ainda e os Portugueses sofreram as consequências desta irresponsabilidade."
"Com José Sócrates o PS vai enfrente e vai vencer"
"A partir de ontem tudo vai mudar no plano político, o PSD que até agora nunca apresentou qualquer proposta alternativa às propostas do Governo do PS, no primeiro dia após de terem derrubado o Governo legitimo da Republica, apresentou a primeira proposta – AUMENTO DO IVA – durante os últimos anos sempre rejeitou aumento de impostos e por aqui se vê o que aí vem."
"o PSD cada vez mais deixa cair a mascara"
"O Primeiro-ministro falou aos Portugueses e explicou bem e tudo o que havia para explicar"
"os Portugueses estão à altura e têm a capacidade para resolvermos os seus problemas e ultrapassar a crise"
" ajuda à muleta do FMI para atingir os seus objectivos, que são a de criar instabilidade política na tentativa de provocar eleições antecipadas"
"lançar o Pais numa crise politica encima de uma crise económica e financeira, mas a irresponsabilidade é ainda maior quando tem motivações internas e dentro do PSD."
E porque já não tenho mais paciência para me continuar a estupidificar com este senhor, termino com a minha favorita:
"Haver vamos o que nos esperam os próximos capítulos."
"Esta crise era evitável, desnecessária e inoportuna que colocam Portugal numa situação mais difícil ainda e os Portugueses sofreram as consequências desta irresponsabilidade."
"Com José Sócrates o PS vai enfrente e vai vencer"
"A partir de ontem tudo vai mudar no plano político, o PSD que até agora nunca apresentou qualquer proposta alternativa às propostas do Governo do PS, no primeiro dia após de terem derrubado o Governo legitimo da Republica, apresentou a primeira proposta – AUMENTO DO IVA – durante os últimos anos sempre rejeitou aumento de impostos e por aqui se vê o que aí vem."
"o PSD cada vez mais deixa cair a mascara"
"O Primeiro-ministro falou aos Portugueses e explicou bem e tudo o que havia para explicar"
"os Portugueses estão à altura e têm a capacidade para resolvermos os seus problemas e ultrapassar a crise"
" ajuda à muleta do FMI para atingir os seus objectivos, que são a de criar instabilidade política na tentativa de provocar eleições antecipadas"
"lançar o Pais numa crise politica encima de uma crise económica e financeira, mas a irresponsabilidade é ainda maior quando tem motivações internas e dentro do PSD."
E porque já não tenho mais paciência para me continuar a estupidificar com este senhor, termino com a minha favorita:
"Haver vamos o que nos esperam os próximos capítulos."
Domingo, 6 de Fevereiro de 2011
Quinta-feira, 27 de Janeiro de 2011
AD, pré ou pós eleitoral?
Publicada por
José Nuno R. Santos

A seguir ás presidencias adivinhava-se que este acabasse por ser o tema dominante da política portuguesa.
O timing desta discussão foi acertado pela necessidade de o CDS apresentar o programa de orientação política do próximo congresso, com o qual Paulo Portas se fará reeleger no partido.
O CDS sabe que tem que apressar a coligação para antes das eleições. Sabe que a tem de negociar enquanto está reforçado pelo resultado das ultimas legislativas. Com ele poderá ter poder negocial na definição do programa e das equipas.
Por outro lado faz também uma leitura mais sóbria da política que o PSD. Um próximo governo tem de fazer reformas duras que urgem por um grande consenso e legitimação de quem as faz. Só com um movimento político novo que transcenda o PSD e CDS em militância e votos é que poderá almejar essa base de apoio.
Paulo Portas acompanha o fenómeno da sociedade pós-partidos e sabe (porque já o fez) que tem de conquistar políticos e votos fora da política e da lógica dos aparelhos partidários. A novidade de um novo movimento político poderá ser a lufada de ar fresco que a política portuguesa tanto precisa.
O PSD por seu turno quer medir-se sozinho. Passos Coelho está convencido que os portugueses lhe irão dar maioria absoluta, mas não é fácil. São raras as sondagens que lha dão. O PS está no seu pior momento da era Sócrates e mesmo assim não se distância tanto assim do PSD.
Os dois grandes partidos estão a ser castigados pela situação política actual. Os portugueses assumem-nos como principais culpados. Por isto crescem os partidos médios. O que significa que o voto útil do CDS dificilmente se deslocará a favor do PSD, também porque PPC ainda não conseguiu convencer.
Porquê a resistência de PPC? Não quer perder protagonismo para P. Portas? Quer alargar à esquerda e julga não poder fazer com o CDS atrelado? Ou está seguro de si?
Quanto a mim o PSD está condenado a casar com o CDS. Para todos nós, tanto melhor que seja o quanto antes.
Segunda-feira, 24 de Janeiro de 2011
Domingo, 23 de Janeiro de 2011
Domingo, 9 de Janeiro de 2011
Notícia para digerir... (no comment)
Publicada por
John Craft
Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2010
Domingo, 19 de Dezembro de 2010
Académica/OAF igual a Pai Natal
Publicada por
Francisco Costa
Os resultados obtidos pela Académica/OAF nos dois últimos jogos, Marítimo e Braga respectivamente, demonstraram uma veia filantropista nunca antes vista, pelo menos esta época. Dez foram os golos sofridos, dez foram as prendas oferecidas aos adversários. Com isto, seis foram os pontos perdidos. Com tudo isto já sofreu 25 golos em catorze jornadas.
Algo está mal!
Pelo que se espera que esta paragem natalícia sirva de reflexão para todo o grupo. E que o espírito filantropista, seja apenas para os que mais necessitam. Não os outros clubes.
Algo está mal!
Pelo que se espera que esta paragem natalícia sirva de reflexão para todo o grupo. E que o espírito filantropista, seja apenas para os que mais necessitam. Não os outros clubes.
Terça-feira, 14 de Dezembro de 2010
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