Depois de ler o último artigo de Paul Krugman; perguntei-me o seguinte:
Num tempo onde a liquidez escasseia e a dívida abunda, será que estamos perante um renascimento das antigas teorias mercantilistas? Um neo-mercantilismo?
Uma coisa é certa, os interesses das economias superavitárias são claramente distintos dos das economias deficitárias, para a resolução desta crise mundial. Isto explicará, certamente, a dificuldade sentida em adoptar medidas anti-crise mais eficazes, ao nível do G8 ou da União Europeia...
Disto, resulta a seguinte conclusão: "something's gotta give..."

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