A vitória dos separatistas na Bélgica só vem dar força de razão a todos aqueles que, como eu, acreditam que a maior vantagem da UE não é a de termos uma Constituição Comum elaborada de forma completamente anti-democrática e impingidora, mas sim a de abrir portas para a reformulação geográfica pacífica do continente.
A Bélgica é o resultado de uma soberania forçada num território incontornavelmente em conflito entre si. Não foi por acaso ou por antipatia que Nigel Farage atacou, em Fevereiro último, Herman von Rompuy, acusando-o de não ter respeito pela soberania das nações europeias porque ele vinha da Bélgica, "um não-país". A Bélgica não é País nem Estado, não é coisíssima nenhuma. É um enclave, um tampão, uma rolha. E com as rolhas faz-se aquilo que se deve fazer: usá-las enquanto servem para tapar. Quando se começam a desfazer, é deitá-las fora.
A Europa das Nações está a transformar-se na Europa das Regiões. Os avanços da Flandres, da Catalunha e da Padania já demonstraram que não há dimensão mínima para uma Região Soberana rica, próspera e una. Gallaecia, fica atenta.
A Bélgica é o resultado de uma soberania forçada num território incontornavelmente em conflito entre si. Não foi por acaso ou por antipatia que Nigel Farage atacou, em Fevereiro último, Herman von Rompuy, acusando-o de não ter respeito pela soberania das nações europeias porque ele vinha da Bélgica, "um não-país". A Bélgica não é País nem Estado, não é coisíssima nenhuma. É um enclave, um tampão, uma rolha. E com as rolhas faz-se aquilo que se deve fazer: usá-las enquanto servem para tapar. Quando se começam a desfazer, é deitá-las fora.
A Europa das Nações está a transformar-se na Europa das Regiões. Os avanços da Flandres, da Catalunha e da Padania já demonstraram que não há dimensão mínima para uma Região Soberana rica, próspera e una. Gallaecia, fica atenta.
Sem comentários:
Enviar um comentário