José Sócrates não gosta da Eurorregión Galiza-Norte de Portugal. Mostrou-o quando:
- em 2007, fez pressão junto de Madrid para transferir o centro de gestão de fundos transfronteiriços de Vigo para Badajoz, de modo a "desincentivar cualquier posible aspiración autonomista por parte de la Región Norte";
- em 2008, não queria apoiar a proposta de submeter a Património Mundial da Unesco a oralidade comum da Galiza e do Norte de Portugal, quando a Junta Galega e o próprio Estado Espanhol o fizeram apressadamente e de boa vontade;
- em 2009, aplicou 4 vezes mais capital dos PIN no concelho de Grândola do que no Norte inteiro;
- também em 2009, permitiu a famosa polémica da má distribuição dos fundos do Instituto do Turismo, promovendo diferenças de tratamento abissais;
- compactuou com a drenagem de fundos comunitários para aplicação em regiões ricas através da excepção prevista no "efeito-difusor", ainda este ano;
- suspendeu o TGV para Vigo para pagar a nova ponte sobre o Tejo;
- e pontapeou e ignorou a indústria nortenha, aproveitando-se das suas exportações para sustentar o desequilíbrio externo do resto do país;
- ... e mais, muito mais, que comprova este colonialismo perpétuo e legalmente permitido.
Agora quer usar chips incómodos e pidescos de modo a afastar os galegos do Noroeste Peninsular. Veja-se a reacção do outro lado:
Sócrates esquece-se que, ao contrário do seu mandato, a cultura galaica permanece no tempo. E quando chegar o dia em que isso se materialize numa região autónoma (espero que o seja antes de eu morrer), aí nada impedirá o progresso natural das coisas. Desafio qualquer céptico ou negacionista a desvalorizar estes factos.
- em 2007, fez pressão junto de Madrid para transferir o centro de gestão de fundos transfronteiriços de Vigo para Badajoz, de modo a "desincentivar cualquier posible aspiración autonomista por parte de la Región Norte";
- em 2008, não queria apoiar a proposta de submeter a Património Mundial da Unesco a oralidade comum da Galiza e do Norte de Portugal, quando a Junta Galega e o próprio Estado Espanhol o fizeram apressadamente e de boa vontade;
- em 2009, aplicou 4 vezes mais capital dos PIN no concelho de Grândola do que no Norte inteiro;
- também em 2009, permitiu a famosa polémica da má distribuição dos fundos do Instituto do Turismo, promovendo diferenças de tratamento abissais;
- compactuou com a drenagem de fundos comunitários para aplicação em regiões ricas através da excepção prevista no "efeito-difusor", ainda este ano;
- suspendeu o TGV para Vigo para pagar a nova ponte sobre o Tejo;
- e pontapeou e ignorou a indústria nortenha, aproveitando-se das suas exportações para sustentar o desequilíbrio externo do resto do país;
- ... e mais, muito mais, que comprova este colonialismo perpétuo e legalmente permitido.
Agora quer usar chips incómodos e pidescos de modo a afastar os galegos do Noroeste Peninsular. Veja-se a reacção do outro lado:
Sócrates esquece-se que, ao contrário do seu mandato, a cultura galaica permanece no tempo. E quando chegar o dia em que isso se materialize numa região autónoma (espero que o seja antes de eu morrer), aí nada impedirá o progresso natural das coisas. Desafio qualquer céptico ou negacionista a desvalorizar estes factos.
É engraçado verificar que o defensor do governo na blogosfera, refiro-me a Miguel Abrantes, criticou precisamente o serviço noticioso prestado pela RTP N. Esse senhor não gosta da pluralidade de opinião e não consegue perceber como é que uma televisão pública pode dar antena a alguém cujas opiniões vão contra a linha do governo, como é o caso desse espanhol que aparece na reportagem e que Miguel Abrantes classifica de "patusco espanhol".
ResponderEliminarhttp://corporacoes.blogspot.com/ (um dos posts de 24.6.2010)