sábado, 26 de setembro de 2009

Para Reflectir

Uma novidade desta campanha, entre algumas outras, foi o tema das nacionalizações.

Nunca esperaria que, no séc. XXI, quase 20 anos depois da queda do muro de Berlim, cerca de 20% do eleitorado (vamos confirmar amanhã) vota em partidos que defendem abertamente nacionalizações. Nunca esperaria que pessoas informadas dissessem que esses não são partidos de esquerda radical.

Inquieta-me que, a caminho de uma revisão constitucional ordinária, cerca de 1/5 da AR (como iremos confirmar amanhã) vá defender ideias hoje claramente inconstitucionais, completamente avessas à nossa constituição económica.

Conforta-me, por outro lado, que estejamos integrados na UE, que nunca deixaria acontecer tais nacionalizações.

Mas não se pense que uma votação de tal grandeza na esquerda radical não vá ter consequências.

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