Em termos sintéticos, consiste na contribuição de uns fanfarrões que em tudo divergem uns dos outros nas mais variadíssimas matérias. O objectivo seria realizar um consenso e assim talvez aproximarmo-nos da Verdade, mas desde já assumimos com alguma descrença e sem pejo algum, que algum dia se logrará!
Realmente não concordamos em nada. Não penso que Francisco Louçã tenha dado uma lição de economia, nem de coisa nenhuma... Apostou em atacar o facto de MFL querer fomentar a iniciativa privada, mas esta lembrou-lhe os efeitos nefastos das nacionalizações que ocorreram depois de 74, mas disto, Louçã esquivou-se muito bem... Recorre invariavelmente à demagogia, ou não fosse ele o mais demagogo dos políticos, inventando propostas no programa do PSD para as atacar e trazendo "à baila" uma opinião de Alexandre Relvas que nada tem que ver com o programa. Tudo vale para tentar superiorizar-se, e sem qualquer pejo, recorre às armas da demagogia, falsidade e arrogância. Relativamente ao casamento homossexual utilizou o argumento de que o Estado persegue os homossexuais, pois, segundo ele, o Estado proíbe-os de amar indivíduos do mesmo sexo. Mais uma vez utiliza a demagogia ao colocar a tónica da sua argumentação no amor. O Estado desinteressa-se por completo da vida privada do cidadão e por isso é completamente errada a ideia que o casamento serve para regular afectos. O amor não é para aqui chamado, toda a gente é livre de amar! Até uma vaca ou mesmo um objecto! Considero, portanto, que MFL esteve bastante bem neste debate. Segura, sem gafes, clara e sintética. Focou-se nas questões essenciais e não se preocupou muito com a questão do perder ou do ganhar o debate, talvez por isso tenha estado tão imune às provocações de Louçã, sem nunca perder a postura.
Foi realmente uma banhada para a senhora líder do Partido Social-Democrata (que apesar de estar à frente de um partido como o proprio nome indica, democrata, diz que para parar a crise era tirar a liberdade a toda a gente...
Quanto aos homossexuais, mais uma vez, caríssimo João, se investigar o que se faz, JÁ DESDE O ESTADO NOVO, aos homossexuais, poderá ver que o senhor Francisco Louçã não fala à toa!
Realmente não concordamos em nada.
ResponderEliminarNão penso que Francisco Louçã tenha dado uma lição de economia, nem de coisa nenhuma... Apostou em atacar o facto de MFL querer fomentar a iniciativa privada, mas esta lembrou-lhe os efeitos nefastos das nacionalizações que ocorreram depois de 74, mas disto, Louçã esquivou-se muito bem... Recorre invariavelmente à demagogia, ou não fosse ele o mais demagogo dos políticos, inventando propostas no programa do PSD para as atacar e trazendo "à baila" uma opinião de Alexandre Relvas que nada tem que ver com o programa. Tudo vale para tentar superiorizar-se, e sem qualquer pejo, recorre às armas da demagogia, falsidade e arrogância. Relativamente ao casamento homossexual utilizou o argumento de que o Estado persegue os homossexuais, pois, segundo ele, o Estado proíbe-os de amar indivíduos do mesmo sexo. Mais uma vez utiliza a demagogia ao colocar a tónica da sua argumentação no amor. O Estado desinteressa-se por completo da vida privada do cidadão e por isso é completamente errada a ideia que o casamento serve para regular afectos. O amor não é para aqui chamado, toda a gente é livre de amar! Até uma vaca ou mesmo um objecto!
Considero, portanto, que MFL esteve bastante bem neste debate. Segura, sem gafes, clara e sintética. Focou-se nas questões essenciais e não se preocupou muito com a questão do perder ou do ganhar o debate, talvez por isso tenha estado tão imune às provocações de Louçã, sem nunca perder a postura.
Luís, concordo consigo!
ResponderEliminarFoi realmente uma banhada para a senhora líder do Partido Social-Democrata (que apesar de estar à frente de um partido como o proprio nome indica, democrata, diz que para parar a crise era tirar a liberdade a toda a gente...
Quanto aos homossexuais, mais uma vez, caríssimo João, se investigar o que se faz, JÁ DESDE O ESTADO NOVO, aos homossexuais, poderá ver que o senhor Francisco Louçã não fala à toa!