sábado, 13 de fevereiro de 2010

Permitem uma opinião de alguém que não é do PSD?

Ok, coloquemos o Aguiar-Branco de lado por um breve momento.

Entre o liberal e o gordo, pá... que venha o primeiro.

Eu sei que o liberal comete o erro de não querer a regionalização (pelo menos para já), ... mas o gordo? A sério? O gordo simboliza tudo aquilo que o PSD foi nos últimos 20 anos, com tudo de bom e de mau que lhe está associado. O gordo é a pseudo-ruptura e a não-mudança na continuidade; é o D. Sebastião que os velhos barões querem carregar para impedir a mudança. O gordo é populista, mentiroso e traidor. O gordo nem sequer é social-democrata e inscreveu-se no partido há 2 anos por causa de uma janela de oportunidade política internamente patrocinada e apadrinhada. O gordo é o Messias simbólico do carreirismo jurássico que degenera o PSD há anos e anos e que não tem dado frutos nem para o partido nem para o País. O gordo é, em suma, mais do mesmo.

Será que é o gordo que queremos como o mais-que-provável próximo Primeiro-Ministro, talvez ainda este ano? Faça-se lá um balanço mais ponderado do Cavaquismo, sff.

5 comentários:

  1. lololol. Eu acho que o Luís Araújo vai bradar aos céus, com o que acabaste de escrever! E o Manel vai logo falar nas falácias "ad hominem"! Mas teve piada, sim senhor...

    ResponderEliminar
  2. De facto, tenho de bradar aos céus. É inaceitável o nível a que desceste, pah! "O gordo"?!
    Quanto ao resto, já comentei contigo pessoalmente. Com tal nível linguístico que acabei de ler, nem me apetece escrever o que já disse verbalmente.

    ResponderEliminar
  3. Pérolas do porco:

    "A política é autónoma da ética e a ética é autónoma da política. E essa é a grande lição d'O Príncipe";

    "Não tenho mais nenhum plano senão esse" (Rangel na campanha eleitoral sobre se tencionava cumprir o mandato em Estrasburgo);

    "Não afasto a possibilidade. Não me custa dizer que não afasto" (Rangel, pouco mais de uma semana depois de vencer a eleição, sobre a hipótese de deixar o PE para integrar um eventual Governo de Ferreira Leite);

    "Eu digo aqui peremptoriamente que não estou nessa corrida por uma razão muito simples. Fui eleito para o PE há pouco mais de 4 meses e, portanto, não faria sentido neste momento que me candidatasse à liderança. Seria um mau sinal para a democracia" (Rangel em Outubro de 2009);

    "Já tive a oportunidade de esclarecer claramente que se trata de uma intriga baseada em factos falsos e não sei de quem, já que se trata de uma constatação objectiva" (Rangel, em Janeiro, sobre uma manchete do Sol que o dava como candidato à liderança do PSD);

    "Desde Janeiro" (resposta de Paulo Rangel à pergunta do Público "anda a pensar nesta candidatura há muito tempo?").


    Maldito pote de banha...

    ResponderEliminar
  4. * Declaração de interesses *

    Branquinho, és um banana, sem espinha vertebral e um frouxo, mas ao menos tens "o péssimo hábito de respeitar a palavra dada". Força aí!

    Ken, és uma marioneta do Angelo Correia e uma cabeça oca que diz ter lido livros de Sartre que Sartre nunca escreveu, mas tens os "tomates" pra enfrentar o Jardim olhos nos olhos. Só por isso mereces uma 2.ª oportunidade!

    O gordo? Morra o gordo, morra! Pim!

    ResponderEliminar
  5. [i]"Com tal nível linguístico que acabei de ler, nem me apetece escrever o que já disse verbalmente."[/i]

    Tenta ver de outra perspectiva. Por exemplo: "Rangel, o Gordo".

    Ahm? E agora? Até dá ares de monarca! Baixinho e barrigudo já o é, só faltava mesmo o cognome que o Luís Oliveira fez o favor de completar.

    E para mim esta frase: ["O gordo? Morra o gordo, morra! Pim!"] acabou de ganhar a Internet!

    Que venha o liberal... fala bem, é alto, tem aspecto de competente e provavelmente é só isso. E a triste verdade é que a ser só isso já é mais que a maioria da bandalheira que anda para aí que nem se dão ao trabalho de disfarçar a quantidade de enchidos que enfardam por dia.

    O senhor Rangel parece daquelas pessoas que a partir do momento que chega ao emprego já está a olhar para o relógio a pensar na hora do almoço.

    Nâo gosto disso! Oferecem-lhe um presunto a troco de favores e o homem não tem como dizer que não!


    (Ui que eu não me fiz rogado)

    ResponderEliminar

Share |