
Antes, a necessidade de financiamento do sector privado da economia. O que compreende dois tipos principais de agentes: famílias e empresas, englobando nestas as empresas não financeiras, as empresas financeiras e, estou certo, o Sector Empresarial do Estado. Isto é, em português corrente: famílias, bancos, empresas privadas e empresas públicas (que tendo uma lógica de gestão privada são agregadas às demais empresas).
O que é notório e se deve validamente concluir, é que as necessidades de financiamento dos privados aumentaram claramente e de forma brutal entre 1995 e 2000. Isto é: não é o despesismo governamental que esteve na base do défice externo, mas antes as atitudes e comportamentos de agentes que actuam fora da lógica da Administração Pública. E essa é uma segunda conclusão notável: o endividamento externo português neste período resultou da decisão dos portugueses e não dos seus eleitos.
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Lá também é explicado de que forma o mercado das taxas de juro, a adesão ao Euro e o mini-choque petrolífero do ano 2008 são causas e factores preponderantes da subida em flecha do défice externo português. Não fará mal nenhum aprender coisas novas.
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