Em termos sintéticos, consiste na contribuição de uns fanfarrões que em tudo divergem uns dos outros nas mais variadíssimas matérias. O objectivo seria realizar um consenso e assim talvez aproximarmo-nos da Verdade, mas desde já assumimos com alguma descrença e sem pejo algum, que algum dia se logrará!
Dois economistas Britânicos compararam-nos á Grécia e defenderam a nossa saída do Euro (regresso ao escudo). Ou isto está muito mal ou é uma grande cabala contra nós... Mas na cabeça de Sócrates a crise continua a ser exlcusivamente internacional
É claro que estaríamos melhor sem o Euro. Que grande novidade que os "dois economistas britânicos" nos deram!.. Isso já se sabe desde que o Euro começou a "funcionar". Comparar Portugal à Grécia é que só dá mesmo para rir... É que não tem nada a ver uma coisa com a outra. Rigorosamente nada!
Estes anúncios das agências metem o dinheiro da zona euro mais caro, aumentando os pontos base; ninguém sai beneficiado a não ser os organismos financeiros internacionais. Prejudicam-se os Estados, os contribuintes, os credores, todos. Todos, excepto quem paga às agências de rating, que curiosamente são quem beneficia com o encarecimento do crédito.
O que é ridículo é isto acontecer de forma descarada e enquanto muitos de nós andamos a dormir, e vocês ainda lhes dão crédito. Enfim..
Dois economistas Britânicos compararam-nos á Grécia e defenderam a nossa saída do Euro (regresso ao escudo). Ou isto está muito mal ou é uma grande cabala contra nós... Mas na cabeça de Sócrates a crise continua a ser exlcusivamente internacional
ResponderEliminarÉ claro que estaríamos melhor sem o Euro. Que grande novidade que os "dois economistas britânicos" nos deram!.. Isso já se sabe desde que o Euro começou a "funcionar". Comparar Portugal à Grécia é que só dá mesmo para rir... É que não tem nada a ver uma coisa com a outra. Rigorosamente nada!
ResponderEliminarEstes anúncios das agências metem o dinheiro da zona euro mais caro, aumentando os pontos base; ninguém sai beneficiado a não ser os organismos financeiros internacionais. Prejudicam-se os Estados, os contribuintes, os credores, todos. Todos, excepto quem paga às agências de rating, que curiosamente são quem beneficia com o encarecimento do crédito.
O que é ridículo é isto acontecer de forma descarada e enquanto muitos de nós andamos a dormir, e vocês ainda lhes dão crédito. Enfim..