Em termos sintéticos, consiste na contribuição de uns fanfarrões que em tudo divergem uns dos outros nas mais variadíssimas matérias. O objectivo seria realizar um consenso e assim talvez aproximarmo-nos da Verdade, mas desde já assumimos com alguma descrença e sem pejo algum, que algum dia se logrará!
Não vejo como é que o esquema organizativo da Lusitânia iria, só por si, evitar as "tretas" a que te referes. Ou passariam os ditos distritos a negociar e receber os fundos directamente da UE, sem que o governo central tenha palavra nisso? Se os distritos passam a ter capacidade para negociar com o exterior, mais vale dividirmos isto em 14 Estados diferentes! Assim sempre é mais uma forma de diminuir a burocracia. O que quero dizer com isto? Quero dizer que, por muito que respeite a ideia da regionalização e perceba que defendam que isso permite uma melhor distribuição dos recursos, não aceito que se pense que uma mera reestruturação destas acaba com todos os problemas, e muito menos acaba com este.
Não percebes que há um jogo de forças que se altera com a distribuição de poderes? Só isso já permite evitar as tais "tretas".
Regionalização, distritalização, o que quiseres. O que importa é que haja descentralização das decisões e das políticas com base nos princípios da auto-determinação e da subsidiariedade. Somos o único país da UE não dividido administrativamente, e não somos o mais pequeno nem de perto o menos populoso.
Não vejo como é que o esquema organizativo da Lusitânia iria, só por si, evitar as "tretas" a que te referes.
ResponderEliminarOu passariam os ditos distritos a negociar e receber os fundos directamente da UE, sem que o governo central tenha palavra nisso? Se os distritos passam a ter capacidade para negociar com o exterior, mais vale dividirmos isto em 14 Estados diferentes! Assim sempre é mais uma forma de diminuir a burocracia.
O que quero dizer com isto? Quero dizer que, por muito que respeite a ideia da regionalização e perceba que defendam que isso permite uma melhor distribuição dos recursos, não aceito que se pense que uma mera reestruturação destas acaba com todos os problemas, e muito menos acaba com este.
Não percebes que há um jogo de forças que se altera com a distribuição de poderes? Só isso já permite evitar as tais "tretas".
ResponderEliminarRegionalização, distritalização, o que quiseres. O que importa é que haja descentralização das decisões e das políticas com base nos princípios da auto-determinação e da subsidiariedade. Somos o único país da UE não dividido administrativamente, e não somos o mais pequeno nem de perto o menos populoso.